Crescimento vegetativo ou natural é a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade de um determinado local ou país geralmente expressa em porcentagem.
Segundo a teoria da transição demográfica que defende que a transição da sociedade pré-industrial para a pós industrial percorre três ou quatro fases distintas (de acordo com a classificação), o crescimento da população oscilaria de acordo com estas fases, variando com ele a taxa de crescimento vegetativo.
Na primeira fase ou fase “pré-industrial”, haveria um índice de crescimento vegetativo baixo devido aos altos índices de mortalidade e natalidade que iriam se equilibrar principalmente pelas baixas condições higiênico-sanitárias, por causa das guerras, epidemias, e etc.
Na segunda fase ou fase transicional, podemos identificar dois períodos distintos que até podem ser considerados como fases distintas. No primeiro período nota-se um crescimento populacional elevado devido a queda na taxa de mortalidade ocasionada pela melhora nas condições sanitárias e de segurança (fim das guerras, avanços tecnológicos). No segundo período (ou terceira fase, de acordo com a classificação), notar-se-ia a diminuição da taxa de natalidade ocasionada por medidas de controle como planejamento familiar e métodos anticoncepcionais, fazendo com que o crescimento vegetativo volta aos níveis mais baixos.
Numa terceira fase (ou quarta), a fase evoluída, tanto a taxa de natalidade quanto a de mortalidade voltam a se estabilizar, ocasionando uma taxa de crescimento vegetativo bastante pequena.
O ENVELHECIMENTO POPULACIONAL:
Idosos realizando exercícios físicos
O envelhecimento populacional é um fenômeno que ocorre em escala global, em especial, nos países desenvolvidos. Esse processo caracteriza-se pelo constante aumento da expectativa de vida e a queda de fecundidade.
Fatores estes, que juntos, resultam numa grande quantidade de idosos e uma significativa redução de crianças e jovens. Proporciona uma transição demográfica, modificando a forma da pirâmide etária – a base, composta por jovens, fica estreita e o topo, representado por idosos, aumenta.
A medicina, influenciada pelos avanços tecnológicos, além de acompanhamentos e cuidados com a alimentação são os principais fatores responsáveis pelo aumento da expectativa de vida da população. Conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1950 existiam 250 milhões de indivíduos com mais de 60 anos no planeta. Esse número quase se triplicou até o ano 2000, somando 606 milhões de pessoas.
A taxa de fecundidade vem sofrendo reduções significativas a cada ano, considerada como um fenômeno global. Vários países já apresentam taxas de crescimento populacional baixíssimas e um elevado aumento da população idosa. Atualmente, a taxa mundial de crescimento da população idosa é de 1,9% ao ano, maior que a do crescimento da população em geral, que é de 1,17%.
O continente que possui o maior número de idosos em relação à população total é a Europa. Em 2009, os habitantes europeus, com idade superior a 60 anos, correspondiam a 20% da população total do continente. Estima-se que essa população atinja 37% até 2050. A taxa de crescimento populacional do referido país é a mais baixa do planeta - 0,1% ao ano.
Vários países estão com uma alta porcentagem de idosos. Na Itália, por exemplo, a pirâmide etária possui o topo mais largo que a base, ou seja, o número de habitantes com idade superior a 60 anos é maior que a população composta por jovens.
As expectativas de vida mais elevadas são dos países desenvolvidos, entre eles estão: Japão (82,4 anos), Islândia (81,6 anos), Suíça (81,4 anos), França (81,4 anos), Itália (81 anos), Austrália (81 anos), Suécia (80,7 anos), Canadá (80,4 anos). No Brasil, essa média é de 72,5 anos.
Fatores estes, que juntos, resultam numa grande quantidade de idosos e uma significativa redução de crianças e jovens. Proporciona uma transição demográfica, modificando a forma da pirâmide etária – a base, composta por jovens, fica estreita e o topo, representado por idosos, aumenta.
A medicina, influenciada pelos avanços tecnológicos, além de acompanhamentos e cuidados com a alimentação são os principais fatores responsáveis pelo aumento da expectativa de vida da população. Conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1950 existiam 250 milhões de indivíduos com mais de 60 anos no planeta. Esse número quase se triplicou até o ano 2000, somando 606 milhões de pessoas.
A taxa de fecundidade vem sofrendo reduções significativas a cada ano, considerada como um fenômeno global. Vários países já apresentam taxas de crescimento populacional baixíssimas e um elevado aumento da população idosa. Atualmente, a taxa mundial de crescimento da população idosa é de 1,9% ao ano, maior que a do crescimento da população em geral, que é de 1,17%.
O continente que possui o maior número de idosos em relação à população total é a Europa. Em 2009, os habitantes europeus, com idade superior a 60 anos, correspondiam a 20% da população total do continente. Estima-se que essa população atinja 37% até 2050. A taxa de crescimento populacional do referido país é a mais baixa do planeta - 0,1% ao ano.
Vários países estão com uma alta porcentagem de idosos. Na Itália, por exemplo, a pirâmide etária possui o topo mais largo que a base, ou seja, o número de habitantes com idade superior a 60 anos é maior que a população composta por jovens.
As expectativas de vida mais elevadas são dos países desenvolvidos, entre eles estão: Japão (82,4 anos), Islândia (81,6 anos), Suíça (81,4 anos), França (81,4 anos), Itália (81 anos), Austrália (81 anos), Suécia (80,7 anos), Canadá (80,4 anos). No Brasil, essa média é de 72,5 anos.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Graduado em Geografia